Uma ferida antiga reaberta, redescoberta.
A melancolia depressiva plena de rancor sem direcção jorra pela crosta fora e esbate-se no árido deserto de vida, e crispa as dunas que sopro e revolvo, e enrolo-me nelas debatendo-me por um oásis que não está dentro delas, mas sim para lá. Sim, vejo-lo, mas agora a areia tapa-me os olhos, concavidades da Estátua-Sem-Pedestal, e esfrego-os e esbracejo porque sim, porque o manda a Cruz-Perdição da sinuosa sina, malfadado fado (de luto fardado fardo), foda fodente. Renego a Bandeira-Identidade, cuspo, conspurco, um futuro inexistente nos futuros escritos do Futuro, a consciência disso, logo mais rancor. Mais azedume. Mais... mais... e mais, e mais, mais mais mais mais asmdimaimais miamsimam ifs amimaimsia msmia imgfanregv paj04au93r'%$68t%$T%%R&T=I RFOGO$EOTGKOSTRHBtr
Sim toma lixo, sangrento, sim, estúpido, sim, não quero saber, fodam-se.
Hoje sou básico e quero-lo ser. E todos seremos básicos. E tudo será melhor porque seremos básicos. E à face disto, onde estão os discursos, as pseudo-importâncias, o apego, a paixão? Morra o Dantas. O cabrão do Dantas, o filho da puta do Dantas, esse caralhete mal fodidete do Dantas, e é tudo. "Vêem? Falta de.." Engole os teus argumentos/frascos de conserva. Eu NÃO estou a discutir. Eu não quero discutir. Quero que morras, amarrado, submerso, preso a uma cadeira, com a cabeça de fora para respirares, e com uma piranha a devorar-te aos bocadinhos. Aos cubos, e não migalhas de ti. E a moral-escudo que pavoneias recursivamente também.
Embora não tenha saído do mesmo sítio, numa verdade que me é mais verdadeira faço explodir tudo em redor com um estrondo tal que todos os tímpanos de habitantes terrestres se transformam em torneiras.
Uma síntese de 'imaginação/nuvem de ácaros' pestilenta.